(Esse texto eu escrevi faz um tempo, mas só pra atualizar tá valendo)
To passando por um momento bem estranho, e típico ao mesmo tempo. Afinal qual mulher, e porque não pessoa, perdeu a habilidade ou jeito de agir quando conhece um cara que ao primeiro momento parece bacana? Digo ao primeiro momento porque a falta de habilidade para agir é tanta que o pobre coitado foge assustado antes de a gente ter uma chance de conhecer o caráter do mesmo.
Tudo começa com a minha total falta de coragem de puxar papo. Tá, isso até é perdoável. Mas minha falta de coragem chega a tanta que quando ela aparece é sempre impulsionada pelo nível elevado de álcool circulando nas minhas veias. Em fim a coragem vem e com ela a queda no nível do meu QI. Sinceramente, nós mulheres, não gostamos quando um cara chega na gente com algum papo idiota. Só que não pensamos na situação inversa, e nos mesmos anseios e neuras que a gente cria, eles também fantasiam. Então admiro o cara que sabe chegar a uma mulher com uma sacada legal, e se ele puder me dar aulas, ficarei feliz.
E finalmente alguma das partes toma coragem de fazer uma aproximação, onde me isento de toda a responsabilidade. Rola algo legal. Ele fica com o seu telefone, dizendo que vai ligar, pode ocorrer de não vir acontecer nunca, e você esquece que um dia ele existiu. O mesmo vale se só ele ficou com o seu MSN. Se isso não acontecer o próximo passo seria seguir a regra dos Três Dias.
Você fica com o telefone dele, e espera Três Dias para ligar. Mas eu, por exemplo, não me agüento e no dia seguinte já mando mensagem dizendo que gostei de conhecer ele. E quando ele não responde, eu ligo. BÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ... ERRADO!
Vocês trocam MSN, e espera Três Dias para adicionar ele. Eu não consigo esperar Três Dias pra ver se ele vai me adicionar. BÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ... ERRADO!
E depois que adiciono ainda vou puxar papo achando que ele realmente está super interessado. BÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ... BÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ... ERRADO!
(Abro parênteses aqui para ressaltar que está é a regra dos três dias que consiste em esperar três dias para esperar por um sinal de vida do moço, ou dar um sinal de vida sem parecer que você está mega afim dele)
E com isso tudo a possibilidade de eles fugirem é de 9 pra 10, e infelizmente eu to sem habilidade nenhuma pra simplesmente deixar as coisas irem. Minha impaciência com as coisas faz com que eu aja assim. Ah, mas quem disse que só os homens podem tomar a iniciativa?
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Eu ia mas não vô mais...
Eu ia escrever como foi o meu dia dos namorados, o texto tá até pronto lá em casa, mas vou deixa-lo para a próxima.
Hoje de manhã vim mais cedo pro trabalho porque tinha umas coisas pra fazer no centro antes de vir pra cá. Passei lá na CCS antes de vir pro trabalho, sempre faço isso. Vou conversar com o meu amigo Lucas, que está superando um desilusão amorosa. Já passei por isso várias vezes e sempre que posso vou ver como ele está. Sinceramente? Hoje eu ví como aquele gordo faz falta na minha vida. Apesar das nossas brincadeira, que as vezes não são tão inocentes.
Como as vezes a gnt se pega relembrando o passado e querendo voltar no tempo. Tem tantas coisas que eu queria não ter sabido. Que queria ter feito. Que eu queria não ter feito.
Queria voltar no tempo e não ter passado por tudo que eu passei com uma pessoa. Coisas que eu ainda tenho feridas abertas. Queria não ter tantos ex-namorados. Sério! Isso é uma das coisas que eu menos queria. Nossa como encomodam!
Tive ex de tudo que é especie. Um sociopata, que ainda me pertuba. Agora aprendi a tirar sarro da cara dele, mas como aquele infeliz me incomodo e ainda incomoda.
Nossa tive um ex-galinha. Esse estava comigo e mais a torcida do flamengo. Teve uma vez que uma guria chegou em mim e disse: "Tu sabe né? Ele tá com nós duas!"
Meu primeiro ex-namorado, com quem eu devia ter perdido a virgindade, era o primeiro né? Não tenho muito que falar só que ele era pegajoso e muito ciumento, mas hoje vejo que se eu fosse mais madura teria durado mais. Mas mesmo assim teria acabado. Tive um ex-feio. Coitado até hoje me pergunto porque eu namorei ele. Não era inteligente, não sabia ser legal, adorava me esculaxar. Cada uma nessa vida.
Nossa tenhos mais ex pra falar mas lembrei desses.
Já diz uma amiga minha: "Ex bom, é ex morto"
Esse post é um oferecimento das organizações SFS.
Hoje de manhã vim mais cedo pro trabalho porque tinha umas coisas pra fazer no centro antes de vir pra cá. Passei lá na CCS antes de vir pro trabalho, sempre faço isso. Vou conversar com o meu amigo Lucas, que está superando um desilusão amorosa. Já passei por isso várias vezes e sempre que posso vou ver como ele está. Sinceramente? Hoje eu ví como aquele gordo faz falta na minha vida. Apesar das nossas brincadeira, que as vezes não são tão inocentes.
Como as vezes a gnt se pega relembrando o passado e querendo voltar no tempo. Tem tantas coisas que eu queria não ter sabido. Que queria ter feito. Que eu queria não ter feito.
Queria voltar no tempo e não ter passado por tudo que eu passei com uma pessoa. Coisas que eu ainda tenho feridas abertas. Queria não ter tantos ex-namorados. Sério! Isso é uma das coisas que eu menos queria. Nossa como encomodam!Tive ex de tudo que é especie. Um sociopata, que ainda me pertuba. Agora aprendi a tirar sarro da cara dele, mas como aquele infeliz me incomodo e ainda incomoda.
Nossa tive um ex-galinha. Esse estava comigo e mais a torcida do flamengo. Teve uma vez que uma guria chegou em mim e disse: "Tu sabe né? Ele tá com nós duas!"
Meu primeiro ex-namorado, com quem eu devia ter perdido a virgindade, era o primeiro né? Não tenho muito que falar só que ele era pegajoso e muito ciumento, mas hoje vejo que se eu fosse mais madura teria durado mais. Mas mesmo assim teria acabado. Tive um ex-feio. Coitado até hoje me pergunto porque eu namorei ele. Não era inteligente, não sabia ser legal, adorava me esculaxar. Cada uma nessa vida.
Ah, o ex-drogado foi bem engraçado. Eu adorava tá com ele, super engraçado e divertido. O namoro durou um mês. E não acabamos por causa das drogas. Acabamos porque ele sumiu e não apareceu mais. Dias depois descobri que estava vivo e passava bem.
Também tive o ex-amor. Ah com esse eu sofri o pão que o diabo amossou, assou e queimo no inferno. Credo! Esse não quero ver bem nem nada.Nossa tenhos mais ex pra falar mas lembrei desses.
Já diz uma amiga minha: "Ex bom, é ex morto"
Esse post é um oferecimento das organizações SFS.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Insônia
Eu pensei comigo mesma durante o caminho pra casa:
Cheguei cansada e com sono, mas mesmo assim fiquei mais um pouco no computador baixando e analisando lembranças. Quando deitei acreditei que seria como sempre: O meu travesseiro acolheria meus pensamentos e tranformaria eles em sonhos; e que o calor das minhas cobertas daria aconchego necessário.
Doce engano o meu.
Deitei e fiquei me virando. Comecei a ler várias vezes. Os meus cobertores não me esquentavam. Aquele não parecia ser o meu travisseiro. Tudo diferente, mas tudo igual naquele meu recanto.
Passou 1h e ler já não me dava o mesmo conforte de outras noites. O meu corpo não aquecia com os três niveis de lã em cima de mim. A calça do meu pijama me deixava com calor. Sabia que não podia tirar ela porque não teria quem esquentar as minhas pernas, enquanto meus pé ainda estavam frios. Minha cama parecia dura demais. Estranho, porque ela sempre me pareceu perfeita.
Mais uma 1h se passou e eu comecei a ficar faminta. Não podia dizer isso para alguém sem acordar a casa. Não tinha quem acordar e sussurrar "Estou com fome". Não tinha com quem partilhar os roncos do meu estomago.
Tomei coragem e levantei. Achei um saco de salgadinho e refri. Voltei para a cama e devorei o salgadinho, com goles parciais de refri. Na ida sorrateira à cozinha peguei, além da comida, meu MP3. Como os livros não me acalmavam e os cobertores não me satisfaziam, me pus a escutar as melodias que saiam dos fones de ouvido. E assim fui me acalmando e voltando a sentir pelas minhas cobertas e pela minha cama o que eu sentia antes de me afastar delas.
Cada música me lembrava um sentimento, ou um fragmento de memória. As romanticas me deixavam sentimental e me faziam lembrar dos momentos partilhados. As animadinhas, me faziam pensar sobre como as coisas eram de um aspecto geral. As animadonas, e com letras forte, reforçavão os sentimentos de realidade e auto-preservação.
E assim fui me acalmando. Sendo envolvida por meus cobertores, e ficando amiga do travisseiro.
Quando acordei já era de manhã.
Quando chegar minha cama será novamente um refugio do mundo. Um lugar quentinho pra me aconchegar. O carinho dos meus três cobertores.
Cheguei cansada e com sono, mas mesmo assim fiquei mais um pouco no computador baixando e analisando lembranças. Quando deitei acreditei que seria como sempre: O meu travesseiro acolheria meus pensamentos e tranformaria eles em sonhos; e que o calor das minhas cobertas daria aconchego necessário.
Doce engano o meu.
Deitei e fiquei me virando. Comecei a ler várias vezes. Os meus cobertores não me esquentavam. Aquele não parecia ser o meu travisseiro. Tudo diferente, mas tudo igual naquele meu recanto.
Passou 1h e ler já não me dava o mesmo conforte de outras noites. O meu corpo não aquecia com os três niveis de lã em cima de mim. A calça do meu pijama me deixava com calor. Sabia que não podia tirar ela porque não teria quem esquentar as minhas pernas, enquanto meus pé ainda estavam frios. Minha cama parecia dura demais. Estranho, porque ela sempre me pareceu perfeita.
Mais uma 1h se passou e eu comecei a ficar faminta. Não podia dizer isso para alguém sem acordar a casa. Não tinha quem acordar e sussurrar "Estou com fome". Não tinha com quem partilhar os roncos do meu estomago.
Tomei coragem e levantei. Achei um saco de salgadinho e refri. Voltei para a cama e devorei o salgadinho, com goles parciais de refri. Na ida sorrateira à cozinha peguei, além da comida, meu MP3. Como os livros não me acalmavam e os cobertores não me satisfaziam, me pus a escutar as melodias que saiam dos fones de ouvido. E assim fui me acalmando e voltando a sentir pelas minhas cobertas e pela minha cama o que eu sentia antes de me afastar delas.
Cada música me lembrava um sentimento, ou um fragmento de memória. As romanticas me deixavam sentimental e me faziam lembrar dos momentos partilhados. As animadinhas, me faziam pensar sobre como as coisas eram de um aspecto geral. As animadonas, e com letras forte, reforçavão os sentimentos de realidade e auto-preservação.
E assim fui me acalmando. Sendo envolvida por meus cobertores, e ficando amiga do travisseiro.
Quando acordei já era de manhã.
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
Profissões que não devo seguir...
Como no post anterior, uma das profissões que não devo seguir é a de cabeleireira especializada em tintura, porque no resto até que me do bem. Segunda-feira eu descobri que também não tenho o dom para ser mecânica. Agora posso rir de tudo, mas na hora foi horrível.
A caminhonete S10, lá da empresa, apresento uma problema de aquecimento semana passada, foi para o mecânico e sábado busquei ela. Na segunda de tarde tinha que ir a uns 4 lugares diferente. A empresa fica em Portão, e bem próxima de Estância Velha, então por habito quando me desloco p/ NH vou por Estância. Antes de chegar ao viaduto que atravessa a BR116, e cai na RS 239, parei em um posto para calibrar os pneus. Andei uns 500 metros em direção ao viaduto, e escutei um barulho no radiador, característico e que já tinha ouvido antes. Parei, abri o capô e vi que estava cheio de água envolta da tampa do radiador. Liguei para o meu chefe, que por acaso é meu Pai/Padrasto e avisei o que ia fazer: colocar água no radiador porque tinha aquecido.
Só que eu não esperei ele esfriar o suficiente, e abri. Resultado: voou água quente em mim. No rosto e nos braços. Levei um susto, me virei e meus óculos de sol caíram. Senti meu rosto queimando, e meus braços também. Liguei de novo para o meu chefe, e disse o que tinha acontecido, mas aos berros, porque nessa hora o que tinha sido atingido pela água fervendo estava doendo muito. E por causa do meu desespero meu chefe entendeu que o carro tava pegando fogo. Fechei o capô, tranquei a caminhonete e caminhei 500 metros de volta ao posto. Na carroceria tinha uma garrafa de 3 litros cheia de água, fui me derramando água até o posto. Quando cheguei lá eu já estava desesperada de dor, sentia tudo queimando. E só pedia pra jogarem mais água. Acho que nunca senti tanta dor e fiquei com tanto medo. Quando a ambulância dos bombeiros chegou, meu chefe me ligou de novo e um dos socorrista falou com e explicou o que estava acontecendo, e pediu para o meu padrasto ir ao hospital de Estância Velha, porque era para lá que estavam me levando. O que eu me lembro: de sentir muita dor, de gritar sem parar para jogarem água em mim, e de perguntar para o médico (que por acaso era meu conhecido) se ia ficar com o rosto deformado. Foi horrível, uma das piores experiências da minha vida. Tento dar risada quando lembro, mas é difícil foi muito desesperador.
Meu atual estado de saúde: No meu rosto ficou com se eu tivesse dormido no sol de óculos. Meus braços, o negocio é mais grave, queimadura de segundo grau. Estou com curativos, mas já passo bem.
Não sei quando volto pra faculdade nem quando volto a trabalhar, mas espero que logo.
A caminhonete S10, lá da empresa, apresento uma problema de aquecimento semana passada, foi para o mecânico e sábado busquei ela. Na segunda de tarde tinha que ir a uns 4 lugares diferente. A empresa fica em Portão, e bem próxima de Estância Velha, então por habito quando me desloco p/ NH vou por Estância. Antes de chegar ao viaduto que atravessa a BR116, e cai na RS 239, parei em um posto para calibrar os pneus. Andei uns 500 metros em direção ao viaduto, e escutei um barulho no radiador, característico e que já tinha ouvido antes. Parei, abri o capô e vi que estava cheio de água envolta da tampa do radiador. Liguei para o meu chefe, que por acaso é meu Pai/Padrasto e avisei o que ia fazer: colocar água no radiador porque tinha aquecido.
Só que eu não esperei ele esfriar o suficiente, e abri. Resultado: voou água quente em mim. No rosto e nos braços. Levei um susto, me virei e meus óculos de sol caíram. Senti meu rosto queimando, e meus braços também. Liguei de novo para o meu chefe, e disse o que tinha acontecido, mas aos berros, porque nessa hora o que tinha sido atingido pela água fervendo estava doendo muito. E por causa do meu desespero meu chefe entendeu que o carro tava pegando fogo. Fechei o capô, tranquei a caminhonete e caminhei 500 metros de volta ao posto. Na carroceria tinha uma garrafa de 3 litros cheia de água, fui me derramando água até o posto. Quando cheguei lá eu já estava desesperada de dor, sentia tudo queimando. E só pedia pra jogarem mais água. Acho que nunca senti tanta dor e fiquei com tanto medo. Quando a ambulância dos bombeiros chegou, meu chefe me ligou de novo e um dos socorrista falou com e explicou o que estava acontecendo, e pediu para o meu padrasto ir ao hospital de Estância Velha, porque era para lá que estavam me levando. O que eu me lembro: de sentir muita dor, de gritar sem parar para jogarem água em mim, e de perguntar para o médico (que por acaso era meu conhecido) se ia ficar com o rosto deformado. Foi horrível, uma das piores experiências da minha vida. Tento dar risada quando lembro, mas é difícil foi muito desesperador.
Meu atual estado de saúde: No meu rosto ficou com se eu tivesse dormido no sol de óculos. Meus braços, o negocio é mais grave, queimadura de segundo grau. Estou com curativos, mas já passo bem.
Não sei quando volto pra faculdade nem quando volto a trabalhar, mas espero que logo.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Domingo a noite:
O que pode acontecer quando a gente faz algo achando que sabe? Merda! Por exemplo: Eu sou jornalista, e não cabeleireira. Logo, eu não sei muita coisa sobre cabelos. Então tudo que fizer no “achando” vai dar em MERDA.
E foi o que aconteceu quando eu quis inocentemente clarear as minhas poucas mechas.
Prendi um rabo no alto da cabeça, e disse p/ minha mãe: “passa em tudo”.
Faça os cálculos comigo:
E foi o que aconteceu quando eu quis inocentemente clarear as minhas poucas mechas.
Prendi um rabo no alto da cabeça, e disse p/ minha mãe: “passa em tudo”.
Faça os cálculos comigo:
O nome da tinta: LOIRO MUITO MUITO CLARO ACIZENTADO, da Imedia Exellence Loreal.
Fiquei apavorada com a cagada q eu fiz. Então na terça fui na minha amada cabeleireira, a Veridiana, e ela me salvou. E calculo ficou assim:
A Veri ainda teve a cara de pau de me dizer: Tu fez mechas californianas, AMEI.
O motivo de eu ter pirado na batatinha: Eu nunca quiz nem chegar perto de ser loira. Minhas poucas mechas ja eram mais suficientes. Parei de fazer luzes pq eu não queria ficar loira. Ou seja uma pequena mudança como essa me deixou em panico geral né?
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Estranhezas
segunda-feira, 22 de março de 2010
Um Jardim mais Florido
Não estou mais acostumada a ir a festas onde a concentração de gente bonita é grande. Ou como diz uma amiga, com o “jardim florido”. Sábado fui milagrosamente fui a uma festa assim: com muita gente bonita, em um lugar bacana, onde tocou só música boa. Não estou mais acostumada porque minhas ultimas festa tem seguido uma linha bem dividida: onde a musica é boa, não tem muitas pessoas bonitas, ou com a mesma opção sexual que a minha. Onde a musica é ruim, mas no estilo que gosto, as pessoas são mais bonitas, e com a mesma opção sexual que a minha. E por causa dessa seqüência de festas me desacostumei a ver gente bonita. Porque, diga-se de passagem, não estou mais freqüentando lugares onde o que me agrada é o “jardim florido”.
Não me senti bem. Não me senti a vontade.
Porque foi uma festa onde há pessoas que te deixam pensando que você deveria ser mais magra, estar com uma roupa mais bonita e que deveria, quem sabe, mudar a tonalidade do cabelo para loiro champanhe. Com que moral se fica?
Sinceramente quando sai de lá fiquei me perguntando se não preferia festas onde as pessoas não são tão lindas.
Parece que nós, menos favorecidos de beleza, temos liberdade para conversa, para fazer charminho. E a pessoa que chega em você também joga mais charme. Rola uma conversa, uma trova, uma troca de informação. E por mais que não dê em nada, acaba-se conhecendo pessoas novas.
Nas festas aonde vai uma grande população de pessoas belas, parece que o único jeito de chegar em alguém é através de agarrar a força, ficar no meio da pista dançando e esperando que algo aconteça, estar em uma fila e ser puxada pela mão. A coisa mais chata.
Odeio caras assim, e são nessas festas, de pessoas bonitas, que esse esquema tático de trova masculina funciona.
Sábado me senti voltando no tempo, em que as festas que eu freqüentava eu ficava com caras assim.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Aos 13
Eu ia escrever sobre outra coisa até que me apereceu essa ideia.
Enlouquecida, pra falar a verdade. É o que a distancia causa às vezes. Enlouquecida, inventou mentiras, escreveu poemas, coisas que até hoje pensa em como era nova e louca.
Dois anos se passaram. Paixões passaram, amores passaram.
Até eles se verem denovo. Na praia, ambos mais velhos. Ela menos idiota, ou mais. Rolou uns amassos, o suficiente para aquela paixão enlouquecida, e adormecida, voltar à tona. Mas clichê ainda, cada um voltou para a sua cidade.
Ela fez a proposta, e as 2h30 madrugada lá estava o interfone tocando. Era ele.
Papo vai. Papo vem.
O final fica a carater de quem ler.
Se é baseado em fatos reais, ninguém vai poder dizer.
Aos 13 anos, ela viu ele ali, no fliperama do shopping, perto da maquina do Street Fighter x Capcom. Ela lembra desse momento até hoje. Com uma bandana na cabeça, uma camiseta do Guns n' Roses, ele era o típico metaleiro. De mão dada com a namorada, com estilo totalmente diferente do dele, bem patty. Ela, com a galera de sempre, andando sem pressa, e até então sem pretensão alguma. Perguntou para um dos amigos se conhecia o metaleiro, e qual era o nick dele no Chat. Com 13 anos, e ela estava com a caçadora aflorando. Achou ele no Chat, o trovou, e quase conseguiu. Ele estava de mudança para outra cidade. Trágico e meio clichê, mas é a realidade, às vezes ela se pinta assim.
Continuou com tiroteio de cantadas, mesmo com ele longe. Ele veio num dia e finalmente se encontraram, no shopping mesmo, para ser mais especifica, na escada de incêndio. O primeiro beijo que ganhou no pescoço, uma sensação nova, de arrepio.
Ele voltou para casa, e ela foi para casa apaixonada.
Enlouquecida, pra falar a verdade. É o que a distancia causa às vezes. Enlouquecida, inventou mentiras, escreveu poemas, coisas que até hoje pensa em como era nova e louca.
Dois anos se passaram. Paixões passaram, amores passaram.
Até eles se verem denovo. Na praia, ambos mais velhos. Ela menos idiota, ou mais. Rolou uns amassos, o suficiente para aquela paixão enlouquecida, e adormecida, voltar à tona. Mas clichê ainda, cada um voltou para a sua cidade.
Mais dois anos se passaram. Desilusões, amores e namorados se passaram também. Ambos mais maduros. Ela mais sensata, ou não.
Em uma noite, estava sozinha em casa, no msn. Ele, online, também.
Papo vai. Papo vem.
Papo vai. Papo vem.
Ela fez a proposta, e as 2h30 madrugada lá estava o interfone tocando. Era ele.
Papo vai. Papo vem.
Era inverno, ficaram no sofá da sala olhando tv e conversando. Para não falar do vinho e da coberta por cima deles.
Começou com um roçar de pernas. Depois foi a busca por uma posição mais confortável possível naquele minúsculo sofá. E nessas, as pernas delas foram para o colo dele. Cada vez mais frio. Ou mais quente. Até que estavam tão coladinhos, um ao lado outro. Ele com a sua mão roçou carinhosamente a face dela. Para ela era algo inebriante, novo. Romântico demais para ser verdade. Quase um sonho, pensou. E cada vez mais juntos. Os carinhos dele eram um roçar dos nós dos seus dedos na pele dela. Iam do rosto ao pescoço. Olho no olho. Cada um sentido na pele a respiração do outro.
Começou com um roçar de pernas. Depois foi a busca por uma posição mais confortável possível naquele minúsculo sofá. E nessas, as pernas delas foram para o colo dele. Cada vez mais frio. Ou mais quente. Até que estavam tão coladinhos, um ao lado outro. Ele com a sua mão roçou carinhosamente a face dela. Para ela era algo inebriante, novo. Romântico demais para ser verdade. Quase um sonho, pensou. E cada vez mais juntos. Os carinhos dele eram um roçar dos nós dos seus dedos na pele dela. Iam do rosto ao pescoço. Olho no olho. Cada um sentido na pele a respiração do outro.
O beijo começou simples. Não foi feroz e carnal. Mas sim carinhoso, delicado. Parecia que a qualquer roçar mais forte entre as bocas o encanto se perderia. Antecipando qual seria a próxima caricia.
Para ela foi o melhor beijo da sua vida, para o sugimento de um novo sentimento.
Para ela foi o melhor beijo da sua vida, para o sugimento de um novo sentimento.
O final fica a carater de quem ler.
Se é baseado em fatos reais, ninguém vai poder dizer.
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